AmazonasCoin – holding brasileira avança com blockchain na preservação da Amazônia


Criptomoeda indexada ao mercado de créditos de carbono avança como alternativa viável à preservação da Amazônia e já chama atenção de investidores internacionais.

A negociação dos chamados créditos de carbono vem crescendo de forma exponencial ao longo dos últimos anos. Nesse mercado, empresas que possuem um nível de emissão de CO2 muito alto e poucas opções para a redução podem comprar créditos de carbono para compensar suas emissões. É também uma maneira de alguns países reduzirem numericamente as emissões dos gases que causam o efeito estufa.

Atenta a este movimento global, a holding brasileira AmazonasCoin® vem desenvolvendo ao longo dos últimos meses um ecossistema digital que utiliza tecnologia Blockchain para certificar, rastrear e negociar créditos de carbono provenientes de áreas preservadas na Amazônia, através do mecanismo REDD+ da ONU.

Este crédito de carbono gerado passa a ser negociado de forma auditada e transparente no mercado internacional através da criptomoeda AmazonasCoin (AMZ) e 25% dos fundos arrecadados em mineração e negociação do ativo são diretamente destinados a projetos de desenvolvimento na região, criando-se um ciclo sustentável que estimula e viabiliza financeiramente pequenos proprietários de terra à preservarem a floresta em pé.

O diretor de marketing da AmazonasCoin no Brasil, Rayan Cruz, destaca:

“Desenvolvemos uma criptomoeda verdadeiramente sustentável, que utiliza uma tecnologia Blockchain PoC que proporciona um gasto até 20 vezes menor de energia que o Bitcoin. Além disso, as transações na rede AmazonasCoin ocorrem em segundos, com baixo custo de transação, permitindo que a moeda seja utilizada também no dia-dia”

O projeto busca se consolidar como uma forma efetiva de preservação da Amazônia, tornando possível que a manutenção da floresta em pé, por si só, se torne mais rentável financeiramente do que o próprio desmatamento, estimulando a geração dos créditos de carbono pelos pequenos proprietários de terra.

Brasil pode se tornar líder no setor e movimentar R$35 bilhões por ano

O Brasil detém cerca de 50% de toda floresta tropical do planeta, colocando o país em uma posição de destaque no cenário internacional.

“É o maior estoque de carbono do mundo e isso tem chamado à atenção de organizações ao redor do mundo” afirma Bruno Souza, CEO da AmazonasCoin

Segundo ele, as maiores empresas ao redor do mundo têm buscado formas de descarbonização para adequar-se às exigências do novo mercado. É o chamado ESG – “environmental, social and governance” (ambiental, social e governança português) que integra uma série de ações de responsabilidade social empresarial ligadas a boas práticas de sustentabilidade.

Criptomoeda busca expansão no mercado internacional

A criptomoeda da AmazonasCoin já encontra-se disponível para negociação no mercado internacional através da exchange parceira Vindax e aqui no Brasil através da Exchange BitBroker. O planejamento para os próximos meses porém, já inclui a listagem da moeda em uma nova exchange de grande porte no mercado até Outubro deste ano.

Maiores informações podem ser encontradas nas redes sociais e no site oficial do projeto: www.amazonascoin.com.br

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