Após proibir que seus clientes realizassem transferências à exchanges, NUBANK quer oferecer criptomoedas como investimento

Que coisa mais feia NUBANK…

O Nubank, maior banco digital do Brasil, parece estar se organizando para entrar de vez no universo das criptomoedas.

A informação foi divulgada no último domingo (20), na coluna do jornalista Lauro Jardim, no jornal O Globo.

Segundo a publicação, a instituição financeira passaria a oferecer um novo produto baseado em criptomoedas na plataforma Nulnvest.

Vale ressaltar que recentemente, a empresa deixou seus clientes a ver navios, alegando “garantia de segurança”, proibindo qualquer tipo de transferência e/ou recebimento de valores entre contas Nubank e exchanges de criptomoedas.

Podemos hoje ver o motivo dessa atitude. Bem feio para uma empresa no porte da Nubank, mas vida que segue.

A plataforma de investimentos do banco, possui mais de mil produtos financeiros totalmente livres de corretagem.

De acordo com o colunista, a maior fintech brasileira estaria tendo conversas adiantadas com empresas do setor de criptomoedas para fechar possíveis parcerias.

Atualmente, a Nulnvest oferece um Exchange-Traded Funds (ETF) de criptomoedas.

A saber, os ETFs nada mais são do que fundos de investimentos que funcionam como se fossem ações, no sentido de que acompanham os índices financeiros.

Nubank de olho no mercado cripto

A relação entre o Nubank e o mercado de criptomoedas começou em setembro de 2020.

Naquela ocasião, o banco digital comprou a Easynvest, que logo depois passou a se chamar Nulnvest.

A partir de então, a plataforma de investimentos passou a oferecer o QBTC11, que é um ETF 100% alocado em Bitcoin e gerenciado pela QR Asset Management.

Por fim, o ETF ofertado pela Nulnvest e o grupo QR Capital, tem como coordenadores o BTG Pactual, Vitreo, Easynvest, Órama, Modal Mais e Inter.

PLAY-TO-EARN

Warren Buffett de olho no Nubank

Recentemente, no dia 14 de fevereiro, o grupo do mega investidor, Warren Buffett, revelou ter comprado US$ 1 bilhão em ações do Nubank.

O investimento no bando digital brasileiro aconteceu no último trimestre de 2021.

A aquisição de ações foi interpretada como um sinal de aproximação entre Warren Buffett e as fintechs da área de criptomoedas.

Do mesmo modo, a Berkshire Hathaway, conglomerado dirigido por Warren Buffett, descartou parte de suas participações na Visa e Mastercard e aumentou a exposição no Nubank.

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